Chicks on Speed - Word Rappinhood
Monday, July 14, 2008
Friday, July 11, 2008
Pensei que não fosse necessário, mas devido às circunstâncias...
vejo-me forçado a apresentar este vídeo como prova do grande espectáculo de Peaches no Alive. reparem especialmente no ar alucinado de um dos festivaleiros que estava no DJ Set:
por falar em felicidade e em morte...
Quero matar-te. Estou apaixonado. É a pior que me pode acontecer. O que quer que seja é o primeiro passo para o fim de tudo. Acontece sempre demasiado cedo e é como uma bomba. Destrói tudo. Começa em mim e depois propaga-se. Só pára quando nada mais restar que não nós. Não sou assim. Estou apaixonado. Não consigo evitar este desejo de tudo incendiar. Não dá. Mais vale esquecer. Não dá. O corpo já não aguenta o coração. Senta-te aí. Enche o copo. Acende um cigarro. Estás confortável? Óptimo. Sabes o que tens a fazer. Tens-me acorrentado e só tens que puxar o gatilho. Não sei como isto foi acontecer. Sabes o que tens a fazer. Diz-me que nunca mas nunca mesmo. E não me digas que nunca é demasiado forte. Puxa o gatilho. Não sabes? Claro que sabes. No teu coração não há lugar para mim. Puxa o gatilho. Vá, tu consegues. Porquê a hesitação? Bebe mais um copo, dois. Embebeda-te terrivelmente e que isso te sirva de desculpa. Mata-me. Anda lá. Chorar é para os fracos. Não consegues? Porquê? Mata-me de uma vez, porra! É o que dói mais. Esta indefinição de nunca sermos capazes de nos matar. Esta explosão contida mil vezes a consumir o oxigénio. O coração histérico. Eu não sou assim. Estou apaixonado. É o fim de tudo.
um texto retirado daqui http://www.diasquecorrem.blogspot.com/
Wednesday, July 09, 2008
ganância
Percebo porque as pessoas têm vontade em acabar com a sua vida nos momentos em que estão em baixo, no fundo do poço, angustiadas ou em depressão. Porém vejo mais lógica no suicidio que acontece no momento mais feliz da vida, quando a pessoa olha ao seu redor e vê perfeição em tudo, quando estamos no topo, quando chegamos lá, quando temos tudo na mão. A única forma de vencer a vida é morrer feliz.
Monday, July 07, 2008
Natércia
Quando tinha os meus 10 anos, estava eu no 1º do cliclo preparatório, conheci e apaixonei-me imediatamente por uma miúda da minha turma. Não conseguia falar com ela, nem sequer encará-la. Quando a via ficava vermelho e nervoso e fugia cada vez que havia uma aproximação. Como sempre, a paixão superou o medo e a vergonha e uns dias depois resolvi escrever-lhe uma carta declarando o meu amor, explicando tudo o que sentia por ela e desenhei corações vermelhos para a enfeitar (já era designer na altura).
A carta foi confiada ao meu melhor amigo que a depositaria na mochila do alvo (a Natércia). Ora, na hora H, na altura em que todo o processo se iria desenrolar, a professora apanha o meu amigo em flagrante e confisca a dita carta. A carta é entregue à Directora de Turma que resolve lê-la perante toda a turma destacando inclusivé um erro ortográfico que tinha cometido. Também os meus pais foram informados do que se tinha passado.
Durante dias fiquei a sentir-me como se estivesse nú num pedestral a ser observado e gozado por milhares de pessoas sem ter como fugir ou me esconder.
A carta nunca chegou às mãos da Natércia e durante muito tempo fui levado a pensar que tinha cometido um crime ao escrever a maldita carta.
A carta foi confiada ao meu melhor amigo que a depositaria na mochila do alvo (a Natércia). Ora, na hora H, na altura em que todo o processo se iria desenrolar, a professora apanha o meu amigo em flagrante e confisca a dita carta. A carta é entregue à Directora de Turma que resolve lê-la perante toda a turma destacando inclusivé um erro ortográfico que tinha cometido. Também os meus pais foram informados do que se tinha passado.
Durante dias fiquei a sentir-me como se estivesse nú num pedestral a ser observado e gozado por milhares de pessoas sem ter como fugir ou me esconder.
A carta nunca chegou às mãos da Natércia e durante muito tempo fui levado a pensar que tinha cometido um crime ao escrever a maldita carta.
Tuesday, July 01, 2008
Friday, June 27, 2008
Thursday, June 26, 2008
a fervilhar
Aumenta a necessidade de viajar, assim como a vontade de ir à praia, de passar uma noite na esplanada, de conversar, de passear, namorar e estar com os amigos que não vejo há mais de um mês. Depois também há a vontade de fotografar, desenhar e ler bastante que se alia à vontade de ir ver um filme ou uma peça de teatro para já não falar nos concertos dos festivais de Verão que surgem como cogumelos. Vontade de uma imperial ao fim da tarde, de jantar no quintal e de comer melancia. Vontade de aumentar os dias e aproveitar as noites. Vontade que o Verão não mais acabasse...Monday, June 23, 2008
Friday, June 20, 2008
Have a ice weekend
Craig Armstrong feat Liz Fraser - This Love
Esta está entre as minhas favoritas de sempre. Desconhecia que se encontrava no youtube, melhor, desconhecia que tinha video. Se não conhecerem ouçam, vale a pena, garanto. Se já conhecerem ouçam outra vez mal não fará :).
E lembrem-se da lição desta semana: Location, location, location!
E lembrem-se da lição desta semana: Location, location, location!
Thursday, June 19, 2008
adding some music
É redudante falar da importância da música nos anúncios publicitários. Sabemos que é graças à publicidade que conhecemos alguns grupos ou canções e que muitas vezes estes são impulsionados para os tops de vendas com o empurrão dos ditos "reclames". Relembro os muitos hits musicais lançados pelas operadoras de telemóveis como mais recente exemplo disso.
Faço o post porque me apeteceu recordar aqui estas músicas e o facto de a marca Levi's Strauss ter sido responsável pela sua divulgação e consequente venda que levou estes grupos (desconhecidos na altura) a chegar ao número 1 do top de vendas Europeu e Americano com 4 anúncios televisivos na década de 90.
Tenho a certeza que se lembram de todos eles:
Faço o post porque me apeteceu recordar aqui estas músicas e o facto de a marca Levi's Strauss ter sido responsável pela sua divulgação e consequente venda que levou estes grupos (desconhecidos na altura) a chegar ao número 1 do top de vendas Europeu e Americano com 4 anúncios televisivos na década de 90.
Tenho a certeza que se lembram de todos eles:
Tuesday, June 17, 2008
fifty eight's stories
Num autocarro atulhado de gente em plenos festejos dos Santos populares o meu telefone toca e eu (como é óbvio) atendo, ao desligar recebo um sermão de uma rapariga com cerca de 20 anos. Segundo ela não devemos falar ao telemóvel a menos de 1 metro de distância de outra pessoa, e mesmo quando estamos longe de outros devemos falar muito rapidamente e desligar logo. Não, a miúda não estava bêbada, falava muito a sério e estava muito zangada comigo, provavelmente deveria ter saído do autocarro em andamento para atender o meu telefone...
Monday, June 16, 2008
no fim do Mundo
Sempre disse que este local poderia muito bem ser o fim do Mundo pois a estrada de alcatrão acabava aqui e se se quisesse prosseguir havia apenas um pequeno caminho de terra batida onde quase ninguém se aventurava a ir.Era a casa dos meus bisavós e dos seus 6 filhos que albergava também outras familias e recebia constantemente visitas de amigos e primos que resolviam passar ali as suas férias. Imagino este sítio há umas décadas atrás cheio de vida, alegria e muitas pessoas e animais.
A estrada de alcatrão já não acaba aqui, mas não há internet nem tv cabo, aliás, nem há luz e também não tem vizinhos humanos num raio de 3 km, apesar disso, esta casa continua a ter o mesmo carisma e o poder de juntar a família, amigos e muitas pessoas e animais.
Friday, June 06, 2008
Thursday, June 05, 2008
Smoke
A música de Tom Waits faz-me lembrar estes dois grandes filmes escritos e realizados por Paul Auster em 1995 - "Smoke" e "Blue in the Face". Só os vi uma vez numa sala de cinema improvisada, quase vazia, sentado numa cadeira que fazia doer as costas mas que não conseguiu fazer com que perdesse o entusiasmo com que vi ambos os filmes. A interpertá-los temos Harvey Keitel como personagem principal e William Hurt, Forest Whitaker, Ashley Judd, o realizador Jim Jarmush, Madonna, Lou Reed, Michael J. Fox e Mira Sorvino que se distribuem pelas duas longas metragens como personagens secundárias.
Ambos os filmes são construídos por vários contos que têm em comum o bairro de Brooklin em Nova York e abordam o conceito das pequenas cidades que se formam dentro das grandes metrópoles e se tornam em nichos de população (que em muito se assemelham com as nossas aldeias) onde vivem familiares e amigos - os espaços comerciais (café, livrarias) que são pontos de encontro, a solidariedade entre os que ali vivem, a partilha de histórias e a calma. Não sendo ambiciosos, acabam por ser duas das melhores amostras de cinema bem escrito e interpretado que já vi.
Vejam ou revejam se puderem.
Tuesday, June 03, 2008
No one belongs here more than you
Um dos melhores sites que anda por aí tem mais algumas actualizações. As boas ideias conseguem superar muita programação informática.
Ora vejam
Ora vejam
Gorbachov, Leningrad, Moscow, Perestroika, Vodka e Tetris
A aprender vocabulário russo. Nunca se sabe quando pode dar jeito.
Friday, May 30, 2008
Thursday, May 29, 2008
Tuesday, May 27, 2008
hora do bolo
Depois de muito ponderar sobre a minha playlist enviei finalmente uma lista de 12 músicas para o e-mail da Radar (que está sempre cheio por sinal). Agora é esperar...
Friday, May 23, 2008
Monday, May 19, 2008
Friday, May 16, 2008
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